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Esqueça a revolta das máquinas. O chamado complexo de Frankenstein dos filmes de ficção científica sobre robótica não passa de um devaneio criativo característico da época em que começamos a compartilhar nossas vidas com máquinas automatizadas.
Já temos exemplos de robôs que desempenham tarefas simples, como de vigilância e limpeza, sem a interferência dos homens. E a construção dessas máquinas autônomas de uso doméstico é apenas uma das áreas de atuação de um Engenheiro de Robótica.
Paralela à chamada robótica móvel, temos um mercado consolidado de robôs manipuladores, típicos da linha de montagem de grandes indústrias.
A empresa de pesquisas Robotics Trend afirma que 5,5 bilhões de dólares são movimentados por ano com a venda de robôs manipuladores, grande parte consumida pelas indústrias e montadoras de automóveis. Já nas áreas de educação, entretenimento e uso doméstico, os robôs movimentam 1,1 bilhão de dólares.